
Ibovespa hoje
- Ibovespa avança a 175,3 mil pontos; dólar comercial cai a R$ 5,06; juros futuros recuam por toda a curva.
- PIB dos EUA tem alta anualizada de 1,5% no 2T26, abaixo do esperado.
- Inflação nos EUA: núcleo do PCE sobe 0,1% em junho, levemente abaixo do esperado.
- Ambev (ABEV3) frustra projeções no 2º tri, apesar de lucro forte, e ação cai.
Confira as últimas dos mercados
Brasil inicia consultas no âmbito da OMC sobre tarifas dos EUA
O Brasil contestou formalmente as tarifas adicionais impostas pelo governo dos EUA, solicitando consultas de controvérsia à Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil afirmou que as tarifas adicionais são incompatíveis com várias disposições do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio da OMC, disse a organização. (Reuters)
Futuros de petróleo operam mistos: WTI sobe 0,17%, a US$ 84,60; e Brent desce 0,53%, a US$ 90,30
Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 4,86 | 17,47 |
| MOTV3 | 4,45 | 14,79 |
| COGN3 | 4,11 | 2,28 |
| MGLU3 | 3,78 | 4,94 |
| CYRE3 | 3,47 | 21,49 |
Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia até aqui; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| USIM5 | -5,65 | 7,85 |
| ABEV3 | -2,39 | 15,52 |
| BBDC3 | -1,75 | 15,76 |
| EMBJ3 | -1,20 | 85,06 |
| BBDC4 | -1,09 | 18,15 |
Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,0675 e venda a R$ 5,0681
BB (BBAS3) renova máxima do dia, com mais 1,35%, a R$ 21,06
Embraer (EMBJ3) segue em baixa, com menos 1,00%, a R$ 85,23
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira agora cai 2,00%, aos 19,11 pontos, nova mínima do dia
Russell 2000: índice de small caps nos EUA avança 0,79%, acompanhando os demais índices amplos
Principais índices seguem com amplas altas; veja o cenário atual
- Dow Jones: +0,43%
- S&P 500: +1,05%
- Nasdaq: +2,35%
BMW promete ‘rever o intocável’ após lucro despencar, diz agência
Montadora alemã promete reestruturação ampla após trimestre fraco, com corte de 8 mil empregos e revisão de processos antes considerados sagrados.
Vale (VALE3) volta ao positivo, com mais 0,12%, a R$ 75,14
Usiminas (USIM5) revisão para baixo do capex demonstra disciplina financeira, mas resultados foram considerados neutros por banco
O Citi considera o resultado de Usiminas (USIM5) no 2T26 como neutro. “A notícia da revisão para baixo do capex demonstra disciplina financeira por parte da administração, embora entendamos que o investimento possa ser adiado para o próximo ano”, diz. “Olhando para o futuro, nosso foco principal permanece em saber se a Usiminas conseguirá implementar aumentos adicionais nos preços do aço durante o segundo semestre de 2026, visto que novos aumentos de preços provavelmente serão necessários para sustentar as margens. Também continuamos monitorando os desdobramentos relacionados à investigação antidumping sobre o aço laminado a quente (HRC), que pode se tornar um importante catalisador para o mercado siderúrgico nacional”. A recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 10.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua 0,04%, aos 3.795,82 pontos, em nova mínima do dia
Intelbras (INTB3) salta 11% após 2T; “uma das melhores histórias de execução”, diz XP
Rentabilidade fica acima do esperado e receita líquida termina o trimestre em linha.
Shell lucra mais que o esperado no 2º trimestre e destaca produção recorde no Brasil
Gigante britânica supera expectativas no 2º trimestre com trading aquecido, produção recorde no Brasil e margens de refino em máximas históricas.
Ibovespa renova máxima do dia, com mais 0,78%, aos 175.248,39 pontos
Vale (VALE3) diminui ritmo de perdas, mas segue no negativo: menos 0,03%, a R$ 75,03
China nega notícia de que enviaria mísseis de defesa aérea para o Irã
A China negou uma reportagem da Reuters de que o Irã estaria prestes a receber 400 lançadores de mísseis antiaéreos portáteis de fabricação chinesa em poucas semanas, classificando a informação como “falsa e totalmente inverídica”. A Reuters citou fontes oficiais não identificadas que afirmavam que o Irã receberia sistemas de defesa aérea da China. De acordo com a reportagem, as entregas iniciais seriam enviadas de avião de Urumqi, no oeste da China, e transitariam pelo Paquistão antes de chegar ao Irã. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, disse em uma coletiva de imprensa regular em Pequim que a China já havia deixado “sua posição clara sobre as questões relevantes em diversas ocasiões”. “As reportagens são falsas e totalmente inverídicas”, disse ela, acrescentando que Pequim “sempre trabalha pela paz e pelo fim do conflito”. O Paquistão, citado na reportagem como rota de trânsito para o carregamento, havia emitido sua própria negação um dia antes. O seu braço de comunicação social militar, o Inter-Services Public Relations, disse que “todas essas especulações são infundadas e desprovidas de verdade” e foram “categoricamente rejeitadas”. (informações da Al Jazeera)
Ibovespa Futuro (INDFUT) segue com forte alta: mais 1,02%, a R$ 175.720 pontos
Rússia anuncia ampliação da proibição para exportar diesel e gasolina
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0661 e venda a R$ 5,0667
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) vira para queda, com menos 0,01%, aos 3.796,96 pontos, nova mínima do dia
NOVA MÁXIMA DO DIA! Ibovespa agora sobe 0,72%, aos 175.140,76 pontos
Ibovespa retoma os 175 mil pontos, ao subir 0,70%, aos 175.105,90 pontos, nova máxima do dia
PCE de junho: mercado segue atribuindo probabilidade relevante a uma alta de juros em setembro, ressalta economista
Vitor Kayo, economista-sênior da Nomad, diz que o recuo do índice cheio “refletiu principalmente a queda de gasolina e outros combustíveis, enquanto o núcleo surpreendeu para baixo puxado por moderação em serviços financeiros e de seguros. A combinação de bens em queda por conta da energia com serviços ainda em desaceleração moderada explica a divergência entre o índice cheio, mais sensível a choques de oferta, e o núcleo, que segue rodando bem acima da meta de 2% do Fed”. Ele segue: “o resultado reforça a leitura de uma inflação que perde fôlego na margem sem, no entanto, convergir para a meta, cenário que ainda não altera de forma definitiva o cálculo do FOMC. Mesmo com o núcleo surpreendendo para baixo, o mercado segue atribuindo probabilidade relevante a uma alta de juros em setembro, refletindo a postura de Kevin Warsh de evitar qualquer sinalização de ‘missão cumprida’ enquanto a inflação permanecer bem acima do objetivo do banco central americano”.
Taxa de desemprego em junho: mercado de trabalho mostra sinais de arrefecimento, nota banco
“O mercado de trabalho mostra sinais de arrefecimento, compatível com nossa expectativa de moderação da atividade a partir do segundo trimestre”, diz o Bradesco. Em junho, a população ocupada ficou estável em 103 milhões de pessoas. “Esperamos alta de 0,5% do PIB no segundo trimestre, com isso, a economia deve avançar 2,0% no ano”.
Dólar comercial renova mínima do dia, com menos 0,65%, a R$ 5,074
Usiminas (USIM5) recua 4,09%, a R$ 7,98, após balanço do 2T26 divulgado hoje
Vale (VALE3) vira para queda, com menos 0,25%, a R$ 74,86, após abrir com forte alta
Preços dos combustíveis no Brasil aumentam a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 63 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 60 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -79%, ou -R$ 2,58 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
- Gasolina A (média nacional): -58%, ou -R$ 1,48 (ontem: -54%, ou -R$ 1,37)
Futuros do petróleo recuam: WTI perde 1,05%, a US$ 83,57; e Brent cai 1,39%, a US$ 89,48
Apple: após alta de mais de 24% em 2026, balanço pode impactar rali?
As ações da Apple vivem um forte rali, acumulando alta de 17% em julho e caminhando para registrar seu melhor mês em quatro anos.
Embraer (EMBJ3) agora opera em queda, com menos 0,17%, a R$ 85,94
Petrobras vira para altas, com mais 0,25% (PETR3) e 0,43% (PETR4)
VXBR: índice de volatilidade da Bolsa brasileira abre com queda de 0,92%, aos 19,32 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com fortes altas
Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.
- Dow Jones: +0,64%
- S&P 500: +0,92%
- Nasdaq: +1,54%
Itaúsa (ITSA4) vira para alta, com mais 0,44%, a R$ 13,55
Índice de Small Caps (SMLL) renova máxima do dia, agora com mais 1,01%, a R$ 2.163,30 pontos
Siderúrgicas mistas nesta manhã: CSNA3, -0,96%; GGBR4, +0,36%; GOUA4, +0,19%
Índice de Small Caps (SMLL) renova máxima do dia, com mais 0,93%, a R$ 2.161,65 pontos
Ambev (ABEV3) começa sessão com baixa de 2,77%, a R$ 15,46, após balanço do 2T26 divulgado antes da abertura
Azul (AZUL3) abre com mais 0,92%, a R$ 21,90
Varejistas nesta manhã: AMER3, +2,02%; AZZA3, +0,56%; AUAU3, +0,30%; BHIA3, -1,32%; CEAB3, +2,52%; LREN3, +1,05%; MGLU3, +1,26%; RIAA3, +1,31%; VIVA3, +0,63%
Grandes bancos abrem mistos: BBAS3 e ITUB4 sobem 0,67% e 0,69%, enquanto BBDC4 e SANB11 caem 2,89% e 0,35%
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,37%, aos 174.573,32 pontos
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,0931 e venda a R$ 5,0937
Usiminas (USIM5) abre com baixa de 0,72%, a R$ 8,26, e volta a leilão
Petro juniores caem: PRIO3, -0,62%; RECV3, -0,20%; BRAV3, -0,58%
B3 (B3SA3) inicia pregão no zero, valendo R$ 15,32
Supermercadistas em alta: ASAI3, +1,45%; GMAT3, +0,26%; PCAR3, +0,36%
Hapvida (HAPV3) começa com mais 0,95%, a R$ 10,65
Frigoríficos abrem dia com ganhos: BEEF3 sobe 0,86% e MBRF3 avança 0,90%
Embraer (EMBJ3) começa dia com alta de 0,82%, a R$ 86,80
Axia Energia (AXIA3) abre dia com mais 1,68%, a R$ 51,99
Petrobras começa dia com baixas de 0,34% (PETR3) e 0,33% (PETR4)
Vale (VALE3) começa sessão com alta de 1,45%, a R$ 76,14; balanço trimestral sai após fechamento do mercado
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 173.907,99 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,04%, aos 2.142,49 pontos
Taxa de desemprego em junho: mercado de trabalho brasileiro continua aquecido, apesar de alguma moderação no crescimento da renda, diz economista
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, diz que a mensagem que os dados da Pnad trazem segue a mesma dos últimos meses: o mercado de trabalho brasileiro continua aquecido, apesar de alguma moderação no crescimento da renda. Mesmo que a desaceleração da atividade econômica possa reduzir o ritmo de criação de vagas ao longo de 2026, ela projeta que a taxa de desemprego permaneça em níveis historicamente baixos. O ano deve encerrar em torno de 5,5%. “As últimas comunicações indicam que o Copom vê mais riscos de sua projeção para a inflação subir do que cair nos próximos meses, o que sugere uma pausa no ciclo de cortes dos juros em breve”, diz.
EUA: preliminar do núcleo de preços do PCE no 2T26 sobe 3,40%, abaixo do 4,40% do trimestre anterior
EUA: índice de preços do PIB, preliminar para o 2T26, sobe 6,3% em relação ao trimestre anterior, acima do 3,6% apurado no 1T26
EUA: renda pessoal em junho, na relação com maio, sobe 0,2%, abaixo do 0,3% esperado e do 0,7% do mês anterior
EUA: consumo pessoal real em junho, na relação com maio, sobe 0,4%, mesmo valor do mês anterior
EUA: gastos pessoais em junho, na comparação com maio, sobem 0,3%, abaixo do 0,4% esperado
Em maio, na comparação com abril, houve alta de 0,9% (revisada de mais 0,7%).
EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 197 mil, abaixo da expectativa de 201 mil
A leitura da semana anterior apontou 188 mil (revisada de 187 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 202,75 mil, abaixo da média das quatro encerradas na semana passada, que ficou em 207,75 mil (revisada de 207,50 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,782 milhão, abaixo do 1,789 milhão da semana anterior (revisados de 1,796 milhão).
EUA: preliminar do PIB do 2T26 mostra expansão de 1,5% em relação ao 1T26
No 1T26, na comparação com o trimestre anterior, houve alta de 2,1%.
EUA: núcleo do PCE em junho sobe 3,3% em relação a junho de 2025, em linha com o esperado
Em maio, na relação com maio de 2025, a alta foi de 3,4%.
EUA: núcleo do PCE em junho sobe 0,1% em relação a maio, abaixo do 0,2% esperado
Em maio, na relação com abril, a alta foi de 0,3%.
EUA: índice de preços de consumo pessoal (PCE) em junho tem deflação de 0,1% em relação a maio, como esperado
Em maio, na relação com abril, a alta foi de 0,5% (revisada de mais 0,4%).
EUA: PCE em junho sobe 3,7% em relação a junho de 2025, como esperado
Em maio, na relação com maio de 2025, a alta foi de 4,1%.
Taxa de desemprego em junho: mercado de trabalho ainda muito robusto, mas com sinais de moderação, resume economista
André Valério, economista-sênior do Inter, diz que “a queda na taxa de desocupação dá sequência à normalização pós-período sazonal, com queda na população desocupada (-10,9%) e aumento na população ocupada (1,1%). Entretanto, ao ajustar pela sazonalidade, vemos a taxa de desocupação estável pelo segundo mês consecutivo. Além disso, vemos os ganhos de emprego concentrados fora do mercado de trabalho privado com carteira assinada, que apresentou estabilidade no trimestre. Metade do aumento observado na população ocupada foi concentrada nos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada e nos empregados no setor público”. Outro ponto que chama a atenção para o economista é a estabilidade na renda: pela terceira leitura consecutiva, a renda real não é capaz de repor as perdas da inflação mais elevada do 2º trimestre. “De modo geral, vemos um mercado de trabalho ainda muito robusto, mas com sinais de moderação, apresentando menor dinamismo, reflexo, na nossa visão, do estoque de aperto monetário dos últimos anos. Esperamos a continuidade dessa tendência de moderação, com a taxa de desocupação encerrando 2026 em 5,7%”.
DXY: índice dólar apresenta queda de 0,20%, aos 100,68 pontos
DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,830 | -0,020 |
| DI1F28 | 13,900 | -0,075 |
| DI1F29 | 14,145 | -0,105 |
| DI1F31 | 14,395 | -0,120 |
| DI1F32 | 14,500 | -0,100 |
| DI1F33 | 14,555 | -0,100 |
| DI1F35 | 14,605 | -0,100 |
Dólar comercial abre com com baixa de 0,13%, a R$ 5,102 na venda
México: prévia do PIB do 2T26 mostra expansão de 2,2% em relação ao 2T25, acima da previsão de 1,5%
No 1T26, na relação anual, houve alta de 0,2%.
México: prévia do PIB do 2T26 mostra expansão de 1,5% em relação ao trimestre anterior, acima da previsão de 1,3%
No 1T26, na relação trimestral, houve contração de 0,6%.
Alemanha: prévia do índice de preços ao consumidor em julho apresenta inflação de 2,8% em comparação com julho de 2025, acima dos 2,7% esperados
Em junho, na comparação com junho de 2025, houve alta de 2,3%.
Alemanha: prévia do índice de preços ao consumidor em julho apresenta inflação de 0,8% em comparação com junho, acima do 0,7% esperado
Em junho, na comparação com maio, houve deflação de 0,3%.
Taxa de desemprego no Brasil fica em 5,4% em junho, dentro do esperado, abaixo dos 5,6% de maio
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com alta de 0,64%, aos 175.195 pontos
Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa o dia com baixa de 0,41%, cotado a 5.100,00
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com mais 0,70%, aos 330.380,00
Dólar futuro (DOLFUT) abre em queda de 0,35%, cotado aos 5.103,00 pontos
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,80%, cotado aos 175.340 pontos
Concessões de empréstimos no Brasil sobem 6,5% em junho, diz BC
No mês, a inadimplência no segmento de recursos livres ficou em 6,2%, repetindo a mesma taxa do mês anterior.
Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho e Mauro Botto
Ambev (ABEV3) frustra projeções no 2T apesar de lucro forte; mercado olha além do efeito Copa
Receita e Ebitda ficaram abaixo das expectativas do mercado no 2T26, enquanto o lucro foi impulsionado por efeitos financeiros; analistas veem impacto da Copa menor do que o esperado.
Minério de ferro cai para mínima de um ano na China com perdas das siderúrgicas
Os contratos futuros de minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dalian caíram nesta quinta-feira para a mínima de um ano, pressionados pelo aprofundamento das perdas nas siderúrgicas da China e pelas expectativas de novas quedas na produção de ferro-gusa. O contrato de minério de ferro mais negociado para setembro, o DCIOcv1 caiu 3,31%, para 715 iuanes (US$ 5,80) por tonelada métrica, atingindo sua mínima desde 2 de julho de 2025. O minério de ferro, o SZZFU6, na Bolsa de Cingapura operava em queda de 2,3% por volta das 8h30 (Horário de Brasília), a US$ 95,85 por tonelada, atingindo sua mínima desde 23 de fevereiro. As siderúrgicas na China continuarão enfrentando pressões fundamentais no próximo mês e os preços provavelmente continuarão caindo, e somente cortes significativos na produção serão capazes de estabilizar o mercado, afirmou Wang Jianhua, analista-chefe de aço da consultoria Mysteel, em uma nota. As perdas médias das siderúrgicas em Tangshan ultrapassaram 100 iuanes por tonelada e continuam se aprofundando, segundo dados da Mysteel. O consumo diário de minério de ferro nas siderúrgicas continua diminuindo e, com os estoques ainda elevados, o complexo de custos entrou em um ciclo negativo que continua pesando sobre os preços, afirmou Zhang Kunfei, analista da Datong Securities, em uma nota. (Reuters)
Petróleo caro dificulta combate à inflação nos EUA, ressalta economista
Bruno Corano é economista da Corano Capital, diz que a inflação pode ser motivada por diferentes causas: falhas nas cadeias de suprimento, expansão monetária, mas hoje ela está sendo pressionada majoritariamente pela apreciação do petróleo, que é a matéria-prima mais inflacionária do mundo. “Isso se tornou um dilema para o Fed. Porque, por mais que tenha se especulado que os juros poderiam subir, e isso ainda não aconteceu, mesmo que os juros subam, eles não vão conseguir combater esse tipo de problema, dada a origem dele”, diz. “O tempo desse repique inflacionário está totalmente correlacionado ao tempo em que o petróleo permanecer apreciado. Se ele ficar apreciado de forma definitiva, teremos um processo inflacionário que vai se restabelecer em outro patamar. Mas, considerando que é um desejo do Trump que esse conflito acabe, mesmo um eventual aumento de juros nos próximos meses teria efeito apenas depois de seis, oito ou dez meses. E não diretamente sobre esse problema, e sim sobre a economia como um todo”.
BC: estoque de crédito no Brasil sobe 0,7% em junho, ante maio
Santander Brasil (SANB11) desaba após balanço e JPMorgan rebaixa ações para neutra
Após decepção com o 2T26, banco americano cortou estimativas de lucro e passou a enxergar retorno sobre patrimônio próximo ou abaixo do custo de capital nos próximos anos.
Intelbras (INTB3) tem alta de 16% no lucro no 2T e anuncia R$ 93 mi em proventos
Usiminas (USIM5) vê lucro mais que triplicar no 2T, para R$ 428 milhões
A receita líquida somou R$ 6,131 bilhões no segundo trimestre de 2026.
União Europeia diz que “outra violação inaceitável” aconteceu no espaço aéreo do bloco por parte da Rússia, em recente ataque à Ucrânia, dessa vez com voos sobre a Polônia
Bolsas da Ásia: ações recuam com peso do setor de tecnologia
As ações da China caíram nesta quinta-feira, enquanto as de Hong Kong registraram ligeira alta, já que uma forte onda de vendas nos setores de chips e transceptores ópticos pesou sobre o mercado como um todo. Ações relacionadas à IA tiveram forte queda em todo o mundo, com o índice Kospi despencando na Coreia do Sul, o que abalou os mercados e levou os investidores a reavaliar a valorização das ações de chips da China, segundo participantes do mercado. “Vejo esse movimento como uma redução do risco global no setor de chips, e não como uma queda específica da China”, disse Jeff Ko, analista-chefe da CoinEx. (Reuters)
- Shanghai SE (China), -0,62%
- Nikkei (Japão): +0,70%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,20%
- Nifty 50 (Índia): +0,28%
- ASX 200 (Austrália): -0,78%
FGV: confiança do setor de serviços fica em 87,8 pontos em julho, de 90,8 em junho
IGP-M apresenta deflação de 1,16% em julho, na relação com junho, queda mais forte do que a de 1,09% esperada
Em junho, na relação com maio, já havia tido deflação de 0,50%.
Lucro ajustado da Profarma (PFRM3) sobe para R$ 31,7 mi no 2º tri
A companhia apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 126,6 milhões.
Bank of England: votação não foi unânime, com 6 votos por manter as taxas como estão e 3 votos por aumento de 0,25 pp
Bank of England mantém as taxas de juros em 3,75% ao ano, como esperado
Último movimento aconteceu em dezembro de 2025, quando tirou 0,25 ponto percentual das taxas, caindo de 4,00% para os atuais 3,75%. Próxima reunião é em 17 de setembro de 2026.
PIB e PCE nos EUA, desemprego no Brasil e balanço da Vale agitam os mercados nesta 5ª
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quinta-feira (30).
EUA: índices futuros operam com ganhos
Os índices futuros de Nova York tentam se apoiar nos balanços trimestrais das gigantes Microsoft e Meta para recuperar parte das fortes perdas vistas na véspera, após o decepcionantes decisão e comunicado de taxa de juros pelo Federal Reserve. “Em última análise, esta é uma história de duas estratégias de investimento em IA. Uma empresa está aumentando os lucros enquanto gasta muito, enquanto a outra permite que esses custos corroam seus resultados”, disse à CNBC Stephen Evans, diretor de investimentos da Pave Finance. “Os resultados da Microsoft sugerem que as preocupações com a desaceleração do crescimento podem ter sido exageradas, principalmente após a pressão que suas ações sofreram. O negócio de publicidade da Meta continua forte, mas agora precisa demonstrar maior controle de custos e retornos mais consistentes sobre seus investimentos para que a confiança seja totalmente restaurada”.
- Dow Jones Futuro: +0,31%
- S&P 500 Futuro: +0,55%
- Nasdaq Futuro: +1,10%
Abertura dos mercados
Balanços corporativos seguem no radar, com os dados da Vale (VALE3) esperados após o fechamento do mercado, em dia carregado de dados macroeconômicos e com investidores ainda repercutindo a decisão do Federal Reserve na véspera de manter a taxa de juros. A Ambev (ABEV3) informou logo cedo que teve lucro líquido de R$ 3,47 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 24,5% sobre o desempenho do mesmo período de 2025, e fala com analistas às 12h30. São esperados também os dados de Usiminas (USIM5) e Multiplan (MULT3). A agenda nacional ainda tem os dados de julho do IGP-M e da confiança de serviços, além dos números de crédito, taxa de desemprego, arrecadação e governo central, todos de junho. Enquanto isso o ministro da Fazenda, Dario Durigan, cumpre agenda no Mato Grosso do Sul. O presidente Lula participa às 18h30 do podcats Inteligência LTDA. No exterior, o rendimento do Treasury de 30 anos atingiu a máxima de 19 anos após o chair do Fed, Kevin Warsh, ter transmitido sinais mistos sobre as perspectivas para a política monetária e a inflação. Por outro lado, os resultados da Microsoft e da Meta reforçaram a percepção de que os investidores buscavam sinais de que os elevados investimentos em inteligência artificial estão começando a gerar retorno. As ações da Microsoft sobem nas negociações de pré-abertura após a empresa afirmar que espera continuar gerando caixa até o ano fiscal de 2027. Já a Meta recua depois que seus resultados refletiram o peso de suas apostas em IA. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes baixas
Investidores em Wall Street receberam a decisão do Federal Reserve com certa decepção por conta das três dissidências que apontaram para uma alta de 0,25 ponto percentual, enxergando que essa é uma tendência da política monetária. O presidente da instituição não deu pistas de nada em sua entrevista coletiva, aumentando a incerteza. “Se você realmente quer chegar a 2%, acho que precisa aumentar as taxas de juros”, resumiu à CNBC Jeffrey Gundlach, da DoubleLine, observando que o aumento nos rendimentos após a decisão do Fed estava enviando uma mensagem a Warsh.
| Dia (%) | Pontos (pts) | |
| Dow Jones | -2,18 | 51.594,86 |
| S&P 500 | -1,51 | 7.316,38 |
| Nasdaq | -1,74 | 24.442,94 |
DIs: juros futuros fecharam ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,850 | -0,015 |
| DI1F28 | 13,975 | -0,020 |
| DI1F29 | 14,250 | 0,000 |
| DI1F31 | 14,515 | 0,050 |
| DI1F32 | 14,600 | 0,050 |
| DI1F33 | 14,655 | 0,060 |
| DI1F34 | 14,660 | 0,050 |
| DI1F35 | 14,705 | 0,080 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,27%
O dólar comercial voltou a cair frente ao real, após duas altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,48%, aos 100,94 pontos.
- Venda: R$ 5,108
- Compra: R$ 5,107
- Mínima: R$ 5,089
- Máxima: R$ 5,141
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | -7,80 | 5,20 |
| SANB11 | -7,37 | 25,63 |
| SBSP3 | -5,87 | 26,61 |
| AZZA3 | -5,83 | 16,15 |
| DIRR3 | -4,73 | 11,09 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 2,89 | 58,41 |
| PETR3 | 2,35 | 47,51 |
| MBRF3 | 2,21 | 16,66 |
| PETR4 | 1,92 | 42,00 |
| BEEF3 | 1,76 | 3,47 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 53.296 | 1,92 |
| SBSP3 | 48.047 | -5,87 |
| ITUB4 | 32.969 | -2,43 |
| AXIA3 | 31..257 | -2,16 |
| BBDC4 | 30.927 | -2,24 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 1,52%, aos 173.885,34 pontos, mínima do dia
- Máxima: 176.563,85
- Mínima: 173.885,34
- Diferença para a abertura: -2.679,41 pontos
- Volume: R$ 22,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): +0,74%
- Terça-feira (28): +0,70%
- Quarta-feira (29): -1,52%
- Semana: -0,09%
- Julho: +1,08%
- 3T26: +1,08%
- 2026: +7,92%
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Fonte: https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-hoje-bolsa-de-valores-ao-vivo-30072026/










